segunda-feira, 15 de julho de 2013

Liberdade de Informação, Comunicação e Expressão


A Inclusão Digital é muito importante no cenário atual, para tanto, vale considerar a relevância das Tecnologias da Informação e da Comunicação - TICs, também no cenário da reintegração social dos indivíduos privados de liberdade, proporcionando a eles um melhor preparo para o retorno ao convívio social e principalmente o suporte necessário para ocupar uma vaga no mercado de trabalho, quando forem liberados, ou seja, serão reestruturados para a reintegração ao convívio social e profissional.

"Será que a condição temporária do cumprimento de pena, limitará os que nessa situação se encontram, tanto no quesito da liberdade, quanto na melhoria profissional proporcionada pelas TICs?"

A ruptura da barreira do preconceito, associada a projetos de inclusão digital, juntamente com a motivação da liberdade de expressão e comunicação, pode apresentar ofertas de melhorias gerais para aqueles que se encontram em período de recuperação em estabelecimentos prisionais.

É necessário que, além da reestruturação proporcionada pela orientação ressocializadora, sejam incentivadas propostas de inclusão digital e social, aos que estão com a liberdade limitada pelo cumprimento da pena a eles imposta. O que, com a realização de tais propostas, poderá impor limites à exclusão social, que provavelmente o recém liberado irá enfrentar, quando retornar ao convício social.

Por meio das imagens abaixo é possível verificar situações de privação da informação, comunicação e expressão. Situações estas, muito ligadas ao contexto acima exposto.




quinta-feira, 4 de julho de 2013

Sociedade incluida


Nos dias atuais, são várias as mídias, rádio, TV, computador, tablet, notbook, lousa digital, dentre outras. Tais mídias estão sendo utilizadas no espaço educacional, para fomentar o processo ensino-aprendizagem, e auxiliar de forma positiva a assimilação de informações, tanto por parte dos professores, como por parte dos alunos. As novas mídias e tecnologias que têm surgido dia a dia estão relacionadas às transformações que têm acontecido, por avanços científicos e tecnológicos, bem como transformações sociais e econômicas, que influenciam no processo de comunicação, ultrapassando barreiras, o que pode ser chamado de globalização.

Há uma tentativa de aproximar de maneira efetiva de professores, alunos, pais, enfim, de toda a comunidade que freqüenta a escola, através de um trabalho, que envolva a comunidade escolar evoluindo em termos de conhecimento dos meios digitais disponíveis, o que leva a mais um fator positivo: maiores oportunidades de trabalho a uma sociedade que carece de profissionais preparados para usufruir das mídias disponíveis.

Um fator de grande relevância é que os computadores estão disponíveis nas escolas para agentes educacionais, alunos, e comunidade, o que faz com que a inclusão digital e social aconteça, não somente para alunos e professores, mas também, pais de alunos, agentes de educação, irmãos, amigos, enfim a integração escola-comunidade terá acesso ao laboratório, o que faz com que todos tenham perspectivas de utilizar o computador, mesmo aqueles leigos no âmbito da informática, ampliando o foco digital, o que a pouco tempo, era bastante restrito.
Com isso, é possível admitir que o processo de Inclusão Digital e Social tem acontecido paulatinamente, entretanto, é necessário destacar que o processo da inclusão digital deve envolver a oportunidade de oferecer a todos; sem distinção de classe social, ou mesmo, localização geográfica, acesso à tecnologia, à informação, à comunicação, enfim, ao saber, direcionando este saber a um âmbito digital, respeitando a capacidade de abstração de cada um, traçando um aprendizado adequado, que levará o indivíduo ao melhor enquadramento na sociedade a qual pertence.

Dica de leitura:

"Inclusão Digital, Inclusão Social?"
 
A autora, Maria Salett Tauk Santos, parte do cenário da panacéia gerada pela euforia da sociedade cibernética, e suas possibilidades para a inclusão social e o exercício da democracia, e que abriu um grande debate sobre os paradoxos que emergem como resultados das novas tecnologias da informação e comunicação.

Prefaciado pelo prof. José Marques de Melo, o livro coloca a questão da inclusão social além das questões identitárias e das apropriações das tecnologias da informação e da comunicação nas atividades laborais. Para a autora, além do controle das esferas virtuais, é necessário garantir aos jovens de contextos populares, igualmente, o acesso ao controle das esferas reais. Um caminho fértil para alcançar tal esfera passa pela formação de comunidades virtuais de aprendizagem para construção de uma cyberdemocracia, condição contemporânea para que todos possam ser incluídos socialmente.

 
 
Para reflexão:
 
"Por meio da figura abaixo, é possível observar o enfoque glogal da Inclusão Digital e Social"